cada ano, mais e mais brasileiros, rumam para a África em suas férias, mais especificamente, a África do Sul.
Com a estabilidade política e com o aumento da freqüência de vôos, um novo e excitante destino turístico foi descoberto no velho continente africano.

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Com sua fauna exuberante, o "hit" é fazer os famosos e politicamente-corretos safáris fotográficos. Em jipes abertos, guias locais são verdadeiros farejadores de aventuras e nos colocam frente a frente com as mais belas e selvagens criaturas do reino animal, deixando estupefacto o mais cético dos viajantes. |
Há várias maneiras de se visitar a África do Sul. Operadoras tradicionais, geralmente de origem européia, vem operando a décadas "tours a La Hemingway", onde os viajantes ficam alojados em super-equipadas tendas no meio da savana, onde uma equipe completa cuidará de todos os detalhes de sua viagem, das deliciosas refeições ao ar livre a total segurança do acampamento.
Viajantes exclusivos contam com sofisticadas pousadas e luxuosos hotéis, todos eles localizados em meio aos mais belos cenários naturais do continente. |
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Para aqueles que preferem viagens menos exóticas, existem ainda os tradicionais pacotes familiares, até mesmo com guias falando português.
Para isto, toda a África do Sul, conta com sistema de transporte e estrutura de turismo como jamais se viu em países da América e Europa.
Finalmente, existem os cruzeiros, partindo da África do Sul e visitando o paraíso (leia-se o oceano Índico e suas ilhas) que devem ser reservados com muita antecedência devido a grande procura e pequena oferta.
 
Safári: o melhor horário para observar os animais em um safári é de manhã cedo e no final da tarde.
Compras: para quem gosta de fazer compras, a África do Sul é uma ótima opção, podendo ser encontrada desde uma pulseira de diamantes até ovos de avestruz. Na região do Cabo, grandes fazendas criam avestruz. Por isso, penas, ovos e peles são facilmente encontrados.
Cuidados com locais de banho: antes de nadar em lagoas ou rios, informe-se se as águas estão livres do micróbio bilharzia.
Protetor solar e chapéu: o sol na África do sul é bastante forte, por isso recomenda-se o uso de protetor solar e chapéu.
Água potável: nos hotéis, restaurantes e aeroportos a água da torneira é potável.
Vacina: é preciso tomar vacina contra a febre amarela pelo menos dez dias antes da viagem.
Visto: para os brasileiros, o visto só é necessário para a permanência superior a 3 meses no país. A única exigência é que o passaporte esteja válido.
Passeio pelo Egito |
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Localizado no nordeste da África, o Egito é um grande deserto cortado pelo verde do Rio Nilo, cujas águas estão ligadas à rotina da população. As pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos são patrimônios da humanidade. Cairo é a capital do país, uma cidade com mil anos de cultura árabe. Hoje o país tem costumes ocidentalizados, as mulheres trabalham fora e a maior parte não usa véu para cobrir o rosto. Lá chove três dias por ano, o calor é intenso e quase toda a área disponível está coberta de areia.
Berço de uma das civilizações mais antigas do mundo, o Egito representa papel estratégico para a paz mundial no cenário contemporâneo do Oriente Médio. O Egito ocupa um território de forma retangular, situado no nordeste do continente africano, com uma área de 1.002.000km2, dos quais apenas 35.500km2 são habitáveis. |
Limita-se ao norte com o mar Mediterrâneo, a oeste com a Líbia, ao sul com o Sudão, a leste com Israel, o golfo de Aqaba e o mar Vermelho. O mar Mediterrâneo banha as costas setentrionais, onde se abre o delta do Nilo; o mar Vermelho costeia o litoral oriental. O canal de Suez liga ambos os mares e separa a África da Ásia.
O território egípcio, situado ao norte de uma vasta região árida do continente africano, possui características de clima desértico, com chuvas escassas e consideráveis diferenças de temperatura entre o dia e a noite. O vento seco do deserto, o khamsin, sopra entre março e junho, provocando tempestades de poeira e areia. Esse vento se origina de correntes tropicais procedentes do sul e é determinado pelas influências do sistema de baixas pressões do Sudão.

O clima é biestacional. O inverno vai de novembro a março, e o verão de maio a setembro, separados por curtos períodos de transição. Os invernos são moderadamente frios. Em Alexandria, os limites máximo e mínimo de temperaturas médias são de 11 e 18o C, e em Assuã, de 10 e 23o C. A partir da costa mediterrânea até o sul, o clima é mais seco. As chuvas ocorrem principalmente nos meses de inverno. Em Alexandria, a média pluviométrica anual é de 178mm. Ao sul do delta as precipitações são mais escassas, e quase nulas no litoral do mar Vermelho. .
Malgrado a herança das antigas civilizações que ocuparam seu território, o Egito faz parte do mundo cultural árabe-islâmico. O estado promove a cultura por meio do Instituto do Egito, fundado em 1859, sobre a base de um instituto criado por Napoleão, e da Academia de Língua Árabe, fundada em 1932. Outras instituições, também sob administração do Ministério da Cultura, se dedicam ao fomento das artes, letras e ciências. Diversos museus conservam o rico patrimônio cultural legado pela antiga civilização.
A tradição árabe, com influências ocidentais e peculiaridades autóctones, determinaram as manifestações artísticas do Egito moderno. O campo da música, na segunda metade do século XX, recebeu incentivos governamentais com vistas a um retorno a suas raízes tradicionais. O estilo ocidental adaptado à personalidade egípcia marcou as composições de Yusuf Greiss e Abu Bakr Jariat. O retorno ao folclore se manifestou também nas demais artes, com destaque para a dança, a pintura e as atividades artesanais. Os temas melodramáticos e a mensagem nacionalista marcaram a produção cinematográfica egípcia. Após a nacionalização do cinema egípcio, em 1963, prevaleceu um estilo realista, orientado para os problemas sociais da vida no campo e do trabalhador urbano.
Passeios :
• As pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos.
• A Esfinge.
• Um cruzeiro pelo Rio Nilo. Utilize a felluca, tradicional veleiro egípcio.
• Uma visita ao Mar Vermelho, que possui mais de mil espécies de peixes e 450 tipos de corais.
• Os recifes do Estreito de Tirana.
• Parque Nacional Marinho de Ras Muhammad, onde se pode mergulhar.
• Os templos de Luxor e Karnak, para saber sobre o passado dos faraós
• Um passeio de camelo pelo deserto.
• O Vale dos Reis, com túmulos de 64 faraós
• A represa de Assuã
• Deir el-Bahri, monumento que abriga os restos da rainha Hatshepsut
• A capital Cairo.
• O museu do Cairo. |

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Estar nas pirâmides, sentir a grandiosidade da Esfinge, contemplar tudo aquilo ao vivo, caminhar sob o sol escaldante do deserto é uma meditação, um profundo auto-conhecimento, que vale por anos de análise.
Passeio pelo Marrocos
Marrocos um reino mágico cheio de mistérios
Marrocos, um reino ensolarado no noroeste da África, surpreende aos que imaginam apenas paisagens desérticas pela sua diversidade de elementos naturais com lagos e cachoeiras assim como desertos e montanhas.
Quem diria que da aridez do país desértico surgem cachoeiras de 60 metros de altura ou florestas com cedros centenários? Não esquecendo 1.100 quilômetros de litoral dividido entre as águas claras do oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo e da neve que pontua os cumes da Cordilheira Atlas no inverno.
É comum associamos ao deserto do Saara, uma vez que metade de seu território é ocupado pelo deserto sendo que o próprio nome do país surgiu dele - Marrocos - "A Terra do Sol Poente".
Do calor do deserto , além de tudo, derivam estórias e personagens que ajudaram a criar no país a aura de um lugar mágico e reino dos sultões árabes conquistadores. Existem também belos lugares cuja imaginação dos oásis provenientes de filmes são absolutamente verídicas.
As principais cidades marroquinas (as cidades históricas, imperiais ,que fundamentaram a colonização árabe islâmica, a partir do século 7 e se tornaram centros políticos de sua época) são quatro: Fez,Marrakech, Rabat e Meknés.
Em todas encontra-se traços que caracterizam a tradicional arquitetura urbana marroquina: uma medina (centro comercial e residencial), uma mesquita central, o palácio real, o mellah (bairro judeu) e os suqs (mercados), tudo cerrado por uma muralha que servia para fortificar a cidade.
Casablanca
A cidade habita o imaginário universal depois que ganhou fama com o filme homônimo de l942, quando ser serviu de cenário ao tórrido romance de Hunphey Bogart e Ingrid Bergman durante a Segunda Guerra Mundial. Ao menos neste caso , cinema é fantasia pois nenhuma cena do fime foi gravada ali.
Na verdade, Casablanca é uma cidade portuária e industrial, cujo nome tem sentido literal: a primeira casa contruida depois do terremoto que destruiu a antiga cidade berbere de Anfa em 1755, era branca para servir como ponto de referência aos viajantes que cruzavam o país e aos navios que se aproximavam da costa.Os árabes traduziram a expressão para Dar El Beida, mas os mercadores espanhóis vindos um século depois oficializaram o nome atual e mantiveram a característica básica da arquitetura da cidade: as casas, como Rabat, são todas brancas.
Todas as cidades, curiosamente são definidas por uma cor básica de suas construções: Marrakech é a cidade vermelha, Meknés, a verde;Fez é amarela. Rabat, a cidade branca do litoral atlântico,é a única das cidades imperiais que conserva sua importância política: a capital do país.
Apesar da pobreza superficial, aparência comum nas ruas de qualquer país árabe, o Marrocos é um país potencialmente rico.Suas terras ocultam 75% das reservas mundiais de fosfato, daí tanta briga por apenas uma faixa de areia... O Marrocos é o maior exportador do mundo do valioso produto, mas possui ainda uma fértil agricultura em campos irrigados por todo o interior do país, além das estáveis indústrias do turismo e da pesca.
Se o cinema brindou Casablanca, a literatura parece ter premiado Tânger,cidade do litoral do litoral do Mediterrâneo. Em busca de uma vida com muito estilo e poucos dólares, recheada de diversão, drogas, sexo e inspiração, escritores como William Burroughs, Paul Bowles, Allen Ginsberg e Truman Capote, entre outros, rumaram para lá na década de 50. Paul Bowles foi quem
mais se apaixonou pelo país (é dele o célebre livro "O Céu que nos protege", também adaptado para o cinema). Por obra das maluquices de seus visitantes ilustres, Tânger,às portas do estreito de Gibraltar, sobrevive da fama de ser uma cidade aventureira, embora já não o seja bem assim.
Literatura à parte,Tânger é a cidade ideal para um banho nas águas do Estreito de Gibraltar, onde Marrocos quase toca a Espanha. São 16 quilômetros de praias que ficam cheias no verão marroquino onde diversos europeus estão em férias.
A estratégica posição do Marrocos, litoral que separa dois mares, vizinho da europa, fez com que o país fosse alvo de diversas invasões durante sua história. Para se proteger , os antigos eram engenhosos e construiam suas cidades atrás de muralhas de pedra ou de barro, as Kasbahs.
Meknés, a cidade imperial tem uma kasbah tripla cercando sua área original,num total de 25 Kms de muro de 15 metros de altura.
Nove portas grandiosas, chamadas em árabe de babs, cada qual com quatro grandes torres, dão acesso à velha cidade. A mais bela dessas portas, Bab El Mansour, foi concluida em 1732 e é um exemplo de megalomania de um dos mais empreendedores sultões marroquinos, Moulay Ismail, que reinou entre 1672 e 1727. Quase insano, Ismail, impôs a destruição de palácios em Fez e Marrakech para que nenhuma outra cidade fosse mais bela que Meknés,escolhida por ele para sua capital. Mandou construir um imenso reservatório de água, Aguedal, apenas para regar os jardins reais e, dizem, proporcionar lazer as suas 500 esposas. Por sua obra, Ismail ainda é cultuado como rei eterno na cidade. Mulheres muçulmanas com os rostos cobertos por vestes coloridas, passam o dia rezando no belo mausoléu onde estão suas cinzas.
Um pequeno desvio de rota na região de Meknés pode levar a outro lugar sagrado do Marrocos, o pacato vilarejo de Moulay Idriss, também morada de um importante líder :Moulay Idriss el Akbar, que chegou à região em 789 como o primeiro mensageiro da fé islâmica no interior do país.
Hoje é visto quase como um santo, ele liderou a primeira dinastia árabe marroquina. A apenas um quilômetro da vila erguida por Idriss, sinais de um passado que ele começou a enterrar: as ruínas da cidade de Volubilis, o principal testemunho da época do Domínio romano no Marrocos. Entre os arcos e colunas, a herança mais significativa da cidade são as ruínas das fábricas de azeite, prova do apogeu comercial que existiu ali.
Foi Idriss também que deu início à construção da mais antiga das cidades imperiais marroquinas:Fez.
Capital intelectual do país, é considerada patrimônio histórico da humanidade pela Unesco.
A cidade se divide em dois lados totalmente distintos: Fez Bali, ou a "cidade velha", e Fez Jedid, a "cidade nova".
Fez Jedid sem muitos atrativos, é marcada pela presença do suntuoso palácio Dar El Makhzen. Fez Bali, por sua vez, concentra a maior e mais compexa medina do mundo árabe, um enorme labirinto de vielas apertadas e tortuosas.
Uma aventura irresistível : entrar na medina sem a companhia de um morador da cidade pode implicar em um mergulho claustrofóbico, sem tempo definido,num fluxo de comerciantes histéricos à busca de fregueses, gente apresssada e burricos com lombo cheio de mercadorias. Sozinho, pode-se passar um dia inteiro dentro da medina em busca de uma saída.
Imperdível!
Somente um lugar em todo Marrocos supera o ritmo frenético de Fez: Djemaa El Fna, um mercado montado numa praça circular no centro de Marrakech, um centro com toda a mágica de Marrocos. O movimento começa cedo com o sol já ardendo sob a cidade: encantadores de serpente, mágicos, malabaristas, acrobatas, mulçumanos sentados em tapetes lendo o Alcorão,dentistas que exibem milhares de dentes extraidos como prova de sua competência.Tudo acontece ao mesmo tempo,e o tempo ali nada mais é do que a soma dos segundos que definem novos sentidos.
Onde?
No extremo noroeste da África, Marrocos faz fronteira com Saara Ocidental e Argélia e é banhado pelas águas do Oceano Atl^ntico e Mar Mediterrâneo.
Melhor época - As temperaturas oscilam muito. No litoral mediterrâneo podem chegar a 10 graus no inverno entre janeiro e fevereiro quando as chuvas são constantes.Porem em Julho são registradas temperaturas de 45 graus no interior de Marrocos. No deserto chegam a 50.
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